Fogão a gás, placa vitrocerâmica ou placa de indução?

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A grande questão, quando se está a pensar renovar a cozinha, é decidir entre um fogão a gás, uma placa vitrocerâmica ou uma placa de indução. Há um grande debate aberto sobre este assunto. Por isso, hoje, na Conforama, vamos falar-lhe dos prós e dos contras de cada uma das opções para que a sua escolha se adapte às suas necessidades reais.

FOGÃO A GÁS

É a modalidade mais tradicional e a que mais se assemelha à cozinha de lenha ou a carvão, com lume direto, de outrora. Conta com uma grande legião de fãs que a defendem, sobretudo no seio dos setor da restauração e entre os amantes da cozinha gourmet.

  • Prós: permite uma transmissão rápida de calor (passar de lume brando a fogo forte, e vice-versa, num segundo), pode-se cozinhar com uma grande variedade de recipientes (panelas de barro, tachos de ferro, etc.) e a energia que necessita é relativamente acessível (gás butano ou gás natural).
  • Contras: a limpeza é sempre mais trabalhosa, já que a sujidade se pode agarrar facilmente e os restos de comida se podem queimar. Além disso, o gás é uma fonte de energia que pode provocar algum acidente devido a um descuido.

VITROCERÂMICA

Foi a primeira opção mais sólida no mercado a fazer frente aos fogões a gás, desterrando as placas elétricas, obsoletas hoje em dia. É a opção mais escolhida para evitar o uso de gás, já que é alimentada pela energia elétrica.

  • Prós: é apta para qualquer tipo de recipiente (ferro, cobre, aço, barro). Ao funcionar com energia elétrica, oferece muito mais segurança em comparação com as possíveis fugas de gás. Além disso, permite utilizar a energia residual quando se desliga. A limpeza é mais simples do que a de um fogão a gás, mas não tanto como a das placas de indução.
  • Contras: o consumo energético é mais elevado e requerem uma boa manutenção: a limpeza deve ser feita com produtos específicos para evitar o aparecimento de riscos.

PLACA DE INDUÇÃO

É a opção indicada para pessoas que cozinham pouco, detestam limpar e têm filhos em casa.

  • Prós: Este sistema aquece muito rapidamente (com efeito, têm um modo ultra-rápido equivalente à chama máxima dos fogões a gás). Além disso, o calor gera-se diretamente na base da frigideira ou panela que esteja a ser utilizada para cozinhar, reduzindo-se em 50% o tempo de pré-aquecimento. Outra vantagem é a simplificação da limpeza: as manchas e os restos de comida não ficam aderidos, pelo que podem ser retirados sem dificuldade. Por último, o consumo elétrico é muito menor do que com as vitrocerâmicas.
  • Contras: o preço. Este tipo de tecnologia, que avança rapidamente, paga-se. Igualmente, nem todos os recipientes podem ser usados na placa de indução (por exemplo, o barro).

Qual é a sua opção preferida?

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